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Muitas vezes, não parece que somos ou ficamos divididos em duas partes? A parte que come e engorda não é a mesma que sabe que, para emagrecer é necessário comer menos ou até abdicar de algumas guloseimas ou de um pedaço a mais. Vamos separá-las em instintiva e racional. Instintiva: Adora comer pois serve para distrair, acalmar, relaxar, serve como prêmio. Quando sabe que precisa deixar de comer alguns alimentos, e ouve a palavra “dieta”, se prepara com armas para lutar contra esta vontade. Começam aí nossos desejos e vontades de comer. Ele se prepara mil armadilhas, como ficar sem fazer o lanche (para depois estar com mais fome), compra um pacote de biscoitos ou bombons maravilhosos (dizendo que é para as visitas) Toda vez que come a mais e desanima; toma conta dos nossos pensamentos e “esquecemos” da proposta de perder peso. Nos cega a ponto de passarmos um ou dois dias comendo sem parar e sem perceber o que se come. Racional: Tem consciência que está acima do peso, precisa e quer emagrecer. Sabe que se comer menos ou fizer escolhas mais acertadas se sentirá melhor, com mais. saúde e de bem consigo mesmo. Gosta de comer bem e certo, sente-se bem estando mais leve e comendo alimentos de fácil digestão e nutricionalmente equilibrados. Sente-se satisfeita por comer um doce apenas num período de três ou quatro dias, pois o saboreia e aproveita bem seu sabor. Consegue discernir entre comer alimentos saudáveis quando precisa, e escolher alimentos gostosos quando sente vontade, cada alimento desempenhando o papel correto. Conclusão: Tornar-se consciente do que se come é uma forma de mantermos nosso lado racional e maduro para decidir sobre nosso peso. Precisamos ter muito cuidado para não nos deixarmos levar pelo nosso lado instintivo que funciona como uma criancinha rebelde que jamais aceita não como resposta. Precisamos trocar nossas atitudes automáticas por novas atitudes, mais condizentes com a nossa realidade.
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